26 de setembro de 2009

O chamado do vento


Ouço o chamado do vento
Olho e vejo asas de borboletas dançando,
Refletidas pelo chão
Brincam com meu olhar.
A brisa que balança as folhagens
Também conduz a vida,
Que passa suavemente...
Simplesmente observo
Passiva expectadora
Noto o tempo se alargando
Não interfiro.
O vento ainda me chama
Onde borboletas dançam
E a brisa é criança
Reverencio essa energia
Infinito amor que me envolve
Sem perturbar o tempo
Respondo ao chamado do vento
Apesar de mim, tudo está onde deveria:
Dentro do meu olhar!






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